A Reencarnação é um mecanismo de Controle sobre as Almas

Para que serve, mesmo, a reencarnação? Responderão os espíritas: para aprendermos em várias “vidas” o que não podemos aprender em apenas uma. Mas, aprendemos mesmo, evoluímos? E o tal “véu do esquecimento”, para que serve? Na postagem abaixo, procuro expor minha visão sobre reencarnação e sobre o “esquecimento” das lembranças do passado das almas.

Cito os espíritas logo no início porque este grupo de religiosos (sim, religiosos) é que está em maior evidência no Ocidente quando o tema gira em torno da reencarnação. O próprio termo “reencarnação” tem origem bem recente, apesar de este fenômeno ter sido conhecido por quase todas as religiões e sistemas filosóficos antigos por outros nomes, tais como metempsicose, entre os pitagóricos e neoplatônicos.

Por séculos, o fenômeno da reencarnação esteve proibido no Ocidente cristão. Com o advento dos avanços científicos e a impotência da Igreja diante da obviedade dos fatos, surgiu o Kardecismo como movimento “esclarecedor”, trazendo as mensagens do “Espírito da Verdade”, dentre outros. Na chamada Codificação Espírita, maçons de várias procedências se tornaram arautos do que diziam ser uma mensagem defitivamente “libertadora” para suplantar as superstições. Em parte, cumpriu com seus objetivos. No entanto, enquanto o movimento se alastrava entre os ricos e aristocratas, os pobres se contentavam em imiscuir-se com mistificações grosseiras.

O fato que tomo como evidente é que a Codificação Espírita veio, apenas, substituir as velhas ilusões da beatitude sempiterna ou do tormento infernal, imediatas à morte física, pela servitude em prestações a perderem-se de nossas vistas, em milhares e incontáveis “reencarnações” expiatórias, probatórias ou missionárias na Terra. Ainda assim, normas estabeleciam-se para os “devedores”: não poderiam sair deste planeta enquanto não pagassem o “último ceitil”. Ainda mais: não se lembrariam daquilo pelo que pagam, devendo “confiar” que recebem “ajuda” para cumprir o que não sabem que devem cumprir.

Que liberdade há em pagar-se por aquilo de que não tem-se Consciência? Como pode haver mudança de Consciência e, portanto, de vibração, se a mudança advém do conhecimento das causas e dos efeitos que é sonegado à Alma, deliberadamente? Acaso, fazer padecer tal alma é útil, além de sua pura experiência da dor? É este ciclo (como a Roda de Samsara) sádico ou apenas uma forma de controle das massas?

Não, não vejo liberdade em fazer algo como cegos bêbados o fariam, tateando, aqui e ali, para não caírem na lama. Quanto tempo levaria uma alma que reencarnasse assim para efetivamente evoluir, sem contar com a capacidade de levantar o tal “véu do esquecimento”? Ainda que consiga levantá-lo e lembrar-se de suas origens ancestrais, isso  lhe é vedado, a princípio, pela conformação “normal” do ser humano, imposta a nós todos. A tal capacidade de lembrar-se de vidas passadas muito pouco tem a ver com a “vibração” da alma encarnada, pois vemos, por aí, muitas almas caridosas ateístas e descrentes da realidade da reencarnação, enquanto muitas almas vis e comerciantes de oráculos têm facilmente seus chakras desenvolvidos para todos os tipos de dons “paranormais”, inclusive para a vidência do Passado.

Os espíritas, em coro, repetirão a Codificação, alegando que “véu do esquecimento é como um alívio temporário para a alma, que em nada progrediria se estivesse cônscia dos seus erros e crimes, bem como das mágoas que a separaram dos que hoje são seus entes queridos”. Ou seja, insistem na patacoada de que se trata de Caridade. Isso seria válido se os seres humanos só fizessem merda, em todas as suas encarnações. Mas, acaso não seriam igualmente redentores e lenientes para a alma humana os bons feitos que tivesse ela empreendido, as boas ações para com seus inimigos ancestrais e as que  seus atuais inimigos lhe tivessem proporcionado no passado? Não seria, portanto, a Verdade o único meio efetivo de reconciliação entre as almas e de efetivo exercício do livre arbítrio? Não há Caridade aceitável longe da Verdade.

Nas atuais circunstâncias, não há livre arbítrio na Terra. A liberdade é simulada de antemão, controlada. A alma não escolhe coisa alguma, apenas opta por qual destino miserável deverá ela padecer, de forma submissa, como escrava ou “gerente” de outros escravos, defendendo, servilmente, os interesses dos Estados e das elites do planeta, do plano físico e extra-físico. Este planeta é uma gigantesca prisão, onde são despejados, era após era, contingentes inteiros de almas “intocáveis” de outros orbes, exóticas faunas de criminosos e livres pensadores.

A alma humana, ao chegar ao “mundo” espiritual (holográfico), vê passar diante de sua mente, como num projetor (novamente, como por um holograma) tudo o que tenha feito durante a encarnação recém-terminada e, imediatamente, é compelida a aceitar um “acordo” pelo bem de seus “progresso” e da “queima” de seu karma. Em seguida, é obrigada a optar entre algumas poucas configurações físicas para seu futuro corpo de padecimentos, arbitrariamente calculadas segundo um padrão de causa-efeito. Se não aceitar e se rebelar contra a “justiça divina”, a alma recebe, como “prêmio”, um tour pelo Umbral, uma sucursal do “inferno” chancelada por entidades trevosas a castigar os criminosos vis e os rebeldes. Desse tour, a alma não volta até que aceite, “humildemente”, os termos de um novo “acordo” reencarnatório ainda mais severo.

Então, a alma, após aceitar o “acordo” (ou, como queiram, programa reencarnatório), recebe um choque (ou pulso eletromagnético) que lhe apaga todas as lembranças — não apenas da encarnação anterior, mas de todas as outras encarnações prévias —, num processo muito semelhante à lobotomia cerebral ou fragmentação de personalidade. Aliás, isso é muito usado aqui mesmo, no mundo físico, por algumas agências (CIA, Mossad, MI5 e antiga KGB) para forjar escravos “monarca”, agentes com múltiplas personalidades que cometeriam crimes sem lembrarem-se do que fizeram, logo após o evento. A seguir, falsas imagens e comandos hipnóticos são inseridos nas almas despersonalizadas, programas para serem e viverem aquilo com que, supostamente, teriam acordado. Por fim, o comando seria: Esqueça de lembrar!

Diz-nos a Física Quântica que a Realidade só existe enquanto possa observada. Logo, a Alma não pode ser cobrada por aquilo de que não possa estar consciente, nem passar por uma pena sem conhecimento da mesma. Nossos corpos trabalham, e o trabalho dignifica o ser humano. Mas é nosso precioso tempo que nos é sonegado, já que a passagem do Tempo, por sua memória, nos é sonegada.

Almas sem memória não sabem de onde vêm, para onde vão, em que (ou quem) confiar. São almas controladas e confinadas em uma prisão mental, como gado num pasto com cercas invisíveis, castrados e violentados repetidamente. No fim das contas, nossos corpos apodrecidos servem a larvas astrais imundas, tendo osso fluído vital alimentado vampiros por décadas a fio e nossa Consciência anestesiada pela ilusão de que a Caridade é onipresente e supervalorizada.

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207 Replies to “A Reencarnação é um mecanismo de Controle sobre as Almas”

  1. A mim parece que seu texto é um emaranhado de conceitos já conhecidos, mas cuidadosamente encadeados para construir a sua ideia sombria de espiritualidade. De toda forma, ao menos neste texto, não vejo qualquer preocupação de sua parte de abordar a coleção de evidências (anedóticas) que apontam que há, sim, liberdade de escolha, em maior ou menor grau, do espírito. Isto tanto no que diz respeito à necessidade de reencarnar, como quanto à seleção de “corpos” e aos “desafios” a serem experimentados na vida física.

    Michael Newton (“Destiny of souls”), por exemplo, teve a oportunidade de ouvir relatos de planejamento de encarnações de terráqueos em outros planetas, de alienígenas aqui na terra ou de espíritos com apenas uma ou duas encarnações (recém-criados pela “fonte”), tudo em conformidade com um plano mais ou menos controlado pelo espírito, a quem, aliás, cabe a decisão final.

    É sempre bom lembrar que essa decisão não é livre da influência de “guias”, que atuam quase como que um “orientador de tese”, alertando para as armadilhas de uma escolha equivocada de um corpo físico ou, ainda, de situações arriscadas pelas quais poderá passar. Repisa-se: ainda que tal direcionamento possa ser entendido como ingerência indevida para aquelas mentes mais sedentas de autonomia (para não dizer rebeldes), a decisão é sempre do espírito.

    É claro que, tratando-se de um espírito “iniciante”, sua liberdade de escolha é mais ou menos restrita, de acordo com o seu grau de entendimento. Afinal, até mesmo em nosso meio, pais responsáveis não deixam seus filhos se embrenharem em aventuras potencialmente desastrosas, como dirigir um automóvel enquanto ainda não desenvolveram reflexos sequer para segurar uma caneta, não é mesmo? Vejo com preocupação essa ideia de que reencarnação é prisão. É como se um infante rebelde (ainda que prodigioso) acreditasse que devesse ir a universidade sem passar pelas séries iniciais e pelo ensino médio, sem adquirir o grau de experiência/conhecimento necessário.

    Até pode parecer uma prisão para aquele que não quer ou não faz o mínimo esforço para se elevar, tal qual o estudante que se sente em uma prisão por se recusar a fazer as provas para avançar à série seguinte. Uma coisa é certa: para aqueles que desejam sair da roda das reencarnações, existe um caminho a ser percorrido. E isto não me parece uma escravidão, mas sim um condicionamento (obliteração voluntária de traços do espírito incompatíveis com “a fonte”).

    Se estivéssemos diante de um sistema perverso de escravidão, não haveria um processo de esclarecimento e, principalmente, de convencimento para todo aquele que deseja ascender às esferas mais elevadas da espiritualidade. A “receita” para uma tal ascensão está disponível para todos. E ela tem sido continuamente reforçada por meio dos ensinamentos dos mestres (em praticamente todas as culturas), desde os primórdios da humanidade. É fato que a escolha de segui-los cabe unicamente ao ser, em respeito ao seu livre-arbítrio.

    O recado é claro: ascender a estes planos mais elevados requer padrão vibratório compatível, o que se espera ser alcançado mais facilmente por meio de diversas experiências no meio físico, mas não obrigatoriamente por meio de reencarnações em planos físicos (v. planos mentais para os quais são destinados os espíritos recém-criados e aqueles que não ainda não suportam a realidade física).

    Enfim, são essas as minhas impressões sobre o tema. É claro que muito haveria para ser debatido, especialmente em relação aos motivos do esquecimento das vidas passadas (que valor tem a prova se eu a realizo com o gabarito na mão?), dentre outras questões apontadas (a função do karma, a compreensão da unidade com a fonte e a necessidade de obliteração de traços e atos incompatíveis para se fazer a união, etc etc).

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  2. Excelente seu texto Júlio (Ebrael) e suas colocações, na minha modesta opinião, são muito pertinentes: parabéns! Gostaria, se possível, de contribuir com uma informação e, na medida do seu tempo disponível, saber sua opinião a respeito:

    Como Sair do Sistema De Reencarnação:

    http://contatoestelar.blogspot.com.br/2014/08/como-sair-do-sistema-de-reencarnacao.html

    Por que fomos/somos/estamos e continuamos aprisionados? Há anos venho pesquisando sobre isso – não encontrei nada fidedigno, nem confiável a respeito, infelizmente… – Mas encontrei algo sobre sair da roda de samsara…que compartilho (mas só descobriremos se é real…depois…)…
    …após desencarnarmos…eis a questão!

    Um forte abraço, com afeto,
    Isa Maria

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  3. Um amigo comentou:

    “Vejo que o maior meio de manutenção dessa prisão é a ignorância, ou seja, não precisamos de barras ou prédios… O Corpo físico através do ADN é o aspecto material 3D da mesma, mas somos também uma sobreposição de vários tipos de corpos até os mais sutis. Dentre os quais o corpo astral, por exemplo, penso que estes mais sutis podem também se tornar prisioneiros em outras esferas. Logo a prisão atua em vários níveis… Nossos espíritos e/ou almas também de alguma maneira ficam aprisionados por “elos” a esta realidade…”

    E essa colocação me assustou sobremaneira: ‘podemos nos tornar prisioneiros em outras esferas…”? “Nossos espíritos e/ou almas tbém, de alguma maneira ficam aprisionados por ‘elos’ a esta (triste) realidade”? Preocupante demais, concorda?

    Um forte abraço, com afeto,
    Isa Maria

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    1. Oi, Isa, seja bem-vinda!

      Primeiramente, quero te agradecer pela leitura atenta de meus ensaios e dos comentários dos leitores. 🙂

      Considero, sim, que a tutela compulsória é multinível, como supõe você. O DNA existe em outros planos, para regular os “corpos”, sob outros nomes.

      Aceitemos, e doerá menos: somos criados como gado e como tal permaneceremos por logos éons.

      Saudações!

      Curtido por 2 pessoas

      1. Olá, Júlio (Ebrael)! Gratidão pela prontidão da sua resposta!

        Pode, por favor, indicar algum material a esse respeito (sites, links, e-books) para que eu possa dar continuidade às minhas pesquisas sobre o mecanismo de aprisionamento dos nossos corpos mais sutis em outras esferas, em que a prisão se perpetua e atua em vários níveis… onde nossos espíritos e/ou almas também de alguma maneira prosseguem aprisionados por esses “elos” a esta realidade…?

        Aguardo e agradeço sua preciosa atenção!

        Um forte abraço, com afeto,
        Isa Maria

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      2. Oi, Isa!

        Infelizmente, no momento estou em viagem e teclando de um celular. Meu notebook não está querendo ligar desde que desliguei ele pela última vez.

        O que posso te indicar, por ora, é passear pela página de Arquivo (encontre-a no menu superior do site) e garimpar outros materiais.

        Logo que acessar meu notebook novamente, se possível, te envio outros materiais.

        Obrigado a você pela preciosa visita! 🙂

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  4. E mais:

    “Vc vai fazer um exame de sangue. Ou no medico ele te pede um exame. Blz? Ok entao vc vai a um laboratorio faz o exame. E um insider dentro laboratorio. Te acha deveras (batuta) para fazer algumas “estripulias” contigo. Mas como fazer sem nimguem saber? Eles vao e roubam sua amostra sanguinea e levam para um laboratorio militar. E de lah criam um embriao a partir do seu dna. Esse embriao eh gestado em um utero artificial em uma base subterranea. E em 5 meses por ai. Eles tem 15 . 30 copias de camila villar para abusar DO JEITO QUE ELES QUIZEREM. Ou seja clones seus…
    enquanto vc dorme uma rede de satelites captura sua cknsciencia no momento qie vc entra em sono profundo e deposita a mesma em uma base secreta em um corpo (uma copia sua) gestada artificialmente. E quando vc acorda vc acha qie esta no ceu. Ou no inferno deoendendo da sua experiencia no centro. (A maioria delas de qiem nao eh elite eh em desagradavel) lah eles te torturam e abusam desse corpo copia seu ate nao poder mais ae matarem vc lah podem (sua copia) . Se vc morrer lah vc acorda aqui… mas se vc morrer e for colocado em outra copia na mesma noite isso eh o que eh chamado de “megadeath” isso enfraquece seu coracao e pode te causar infarto ou um aneurisma cerebral. Com o decorrerdo tempo. Eh o crime de violencia perfeito. Pois nao deixa marcas no seu corpo real. Nao tem omo vc provar e ainda corre o risco de ser internado em um manicomio por insanidade….”

    E que tal essa ‘pérola’, hein? Quanto mais pesquisamos…mais chafurdamos neste imenso lamaçal, que é esta 3ª DD (3ª Dimensão Dissociada): PREOCUPANTE, NÃO?

    Um forte abraço, com afeto,
    Isa Maria

    Curtido por 2 pessoas

      1. Sim, Júlio (Ebrael), se vc me permitir, indico:

        https://thoth3126.com.br/marilyn-monroe-sua-vida-oculta-como-escrava-do-programa-de-controle-mental-monarch/
        https://thoth3126.com.br/programa-de-controle-mental-monarch-mk-ultra

        Entretanto, pelo que compreendi no comentário que recebi e que lhe enviei, essa tal dominação ‘denunciada’ vai além do projeto Monarca; ela acontece no domínio da deep web. Conhece? E tem mais a ver com o Projeto Paper Clip. E essa rede de transferência de dados do satélite se utiliza das camadas mais profundas da deep web para operar (marianas) web. Onde só existe linha de programação. Sem sites nem nada. Então esse mito da deep web é do terror. E opera assim, justamente para evitar que pessoas eventualmente descubram essa rede de dados operando lá…

        Pelo que entendi, tem a ver sobre os centros de clonagem humana expostos. Vc já leu algo sobre Donald Marshall? Há, de fato, provas inegáveis que isso de fato acontece desde 1945…os russos criaram a tecnologia depois dividida com alemães. E por fim foi trazido para os EUA com projeto Paper Clip.

        https://thoth3126.com.br/nazismo-operacao-paperclip

        Um forte abraço, com afeto,
        Isa Maria

        Curtido por 1 pessoa

  5. Tenho a seguinte duvida:
    O meu problema não é com aqueles que mantem a prisão “terra” o meu problema é com aqueles que estão observando de longe e nao fazem nada para não encarar aqueles que transformam esse planeta no que é. O grande Martin L.K. : “O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética… O que me preocupa é o silêncio dos bons.”
    Se existe essa rede que cria essa prisão como o Julio disse (com a desculpa de Karmas, imperfeições e etc) então todos estão presos nisso ? Pois se houvesse uma camada “divergente” de puro amor, eles iriam intervir por nós e fazermos evoluir.
    Sei lá…é meio confuso tudo isso pra mim

    Curtido por 1 pessoa

    1. João, fomos despejados aqui pelos hierarcas de nossos orbes de origem, centenas de milhares de anos atrás. Fomos expulsos de lá, seja lá onde for. Eles não virão nos resgatar. Em troca de tréguas, os Répteis tutelam a nós todos nessa prisão, porque somos considerados “intocáveis” por nossos planetas de origem, onde a liberdade de pensamento é um delito digno da pena capital. Extirparam-nos de lá como se fôssemos uma praga perigosa.

      Se formos resgatados ou ajudados, será pela intervenção de forças daqui do planeta mesmo, espirituais ou não (já que espírito é apenas matéria-energia inteligente em estado etérico ou sutilíssimo, em alta frequência).

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  6. Oi Júlio C.Boa Tarde.Me perdoe a ignorância, mas você acredita, de fato, no que escreveu? Não é crítica, muito longe de mim.Só estou refletindo sobre seu texto, no que se mostra muito claro e direto, com pontos e questionamentos muito interessantes. O que me chamou á atenção,e que sempre foi palco de meus questionamentos é que, se tenho, é meu, e posso usar como bem desejar, meu ”livre-arbítrio” então por quê sou regida por um Karma? Por qual motivo o Karma é imposto pra mim? Manipular minhas atitudes? Ou, minha evolução se dará pelo amor ou pela dor, mas é ”obrigatória” Não sei bem medir meu limitado livre arbítrio, enfim… Mas minhas crenças e princípios me libertam um pouco dessa pressão religiosa.Me pego confusa ás vezes. Mas agradeço, de coração, o texto que compartilhou.Vou guarda lo pra futuras reflexões e possíveis compartilhamentos.Rsrs Abraços, aos dois!

    Curtido por 1 pessoa

    1. O karma, em sentido estrito, é válido como lei nessas dimensões inferiores, em que o desejo (diretriz) não é plenamente disciplinado pelo “programa” (mente). Porém, em um ambiente de vibração pesada, é fácil usar o mesmo karma para controlar o gado.

      Exemplo: a reprodução é boa para o progresso de uma espécie, como a bovina? Sim, é, mas pode ser manipulada pela engenharia para fins puramente comerciais. Assim é o karma na Terra. O uso, pelos “capatazes” (deuses), de uma lei em proveito próprio. Isso é um tipo de peculato.

      A evolução é lógica, como o resultado de uma adição tem de ser a soma. Onde há adição, há soma. E assim por diante. Por isso, insisto tanto na abordagem sob a ótica computacional. A evolução é um processo lógico (entrada de dados => processo => saída de dados).

      Não há livre arbítrio, pois você não escolhe seu destino como sua mente plasma e idealiza. Você, no máximo, pode optar por algo A ou B, em tempo determinado (não por você), em condições matematicamente estabelecidas e previsíveis. Você não é prisioneira de suas escolhas, mas refém de quem estipula as opções disponíveis. Isso vale para todos.

      Um abraço e obrigado pela oportunidade de também refletir! 🙂

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  7. Olá Ebrael!
    Comentei algumas vezes em outros arquivos seus e gostei muito das suas respostas e da paciência e educação em atender a todos.
    Agora acho que só tenho mais uma dúvida: se ao morrermos, os átomos que formam nosso corpo voltam, digamos, ao pó de onde vieram, como a teoria da Matrix explicaria que se mantém a unidade (individuo, ou arquivo específico de inteligência artificial) em outro multiverso (ou, como chamam os espíritas, outras dimensões). Ou, em outras palavras, como a teoria da Matrix “garante pela lógica”, que existe alma, espírito e vida depois da morte para um ser humano? A mim, não parece lógico o conceito de reencarnação, apesar de ter tido um breve contato com os hindús e suas crenças.

    Muito grato!

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    1. Raul, boa tarde!

      Penso que toda unidade de informação (inclusive, um átomo) é passível de ser “formatada”, “resetada” ou algo assim. Quando nossas células se desagregam no processo de necrose e decomposição, creio elas são “reduzidas” a um estado mais simples e leve, ficando seus átomos como que em estado elementar. No entanto, se a memória persiste na dimensão astral inferior, creio também que seja um estado transitório até, ela mesmo, ser “formatada” após um choque e possível fragmentação.

      Almas, novamente, não são “vivas”, mas máscaras temporárias e personalizáveis, unidades de memória executando um “programa”. A esse programa, chamam de reencarnatório; eu chamo de programa, simplesmente, em versão experimental (e em rolling release, ou constante atualização). Corpos humanos (e dos demais espécimes vivos do planeta) são máquinas biológicas, nada mais.

      Sobre a lógica da “Alma”, ainda preciso refletir.

      Curtido por 1 pessoa

  8. Ebrael, complementando uma ultima pergunta que fiz: se nós somos uma inteligência artificial de matéria boológica em 3D, mais ou menos como hoje as impressoras 3D imprimem objetos, e somos “impressos na matrix” pelos codigos de programaçao do DNA de nossos pais, através do programa quimico da sexualidade, pela lógica, como podem existir outros corpos que permaneçam após a morte na Matrix? Nossa individualidade boologica de inteligencia artificial seria entao como o windows? Sendo o sistema operacional o tal de espirito/mente, a alma um excel, o word o corpo fisico? Programas dentro de programas, um para cada dimensão do mulilverso?

    Grato

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    1. Eu diria que o sistema operacional do ser humano é o padrão de genoma da raça. Ou seja: ser humano é ter um DNA em comum com outros seres humanos. Cada um é uma “distribuição” ou “fork” do DNA padrão (protótipo). Sim, prefiro falar em termos de GNU/Linux. Software= mente/alma/ego. Hardware=corpo. Kernel=Inconsciente Coletivo / protótipo genômico. Mexa no kernel e vc muda toda a espécie e todas as “distribuições” que rodam aquela versão (de kernel).

      Fraterno abraço!

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  9. Gostaria de saber qual é o verdadeiro sentido da reencarnação. Se é que ela existe. Nascer, morrer e renascer novamente? Até quando? E quando a raça humana for extinta? O que acontecerá? Não haverá mais reencarnação? Reencarnaremos em outros planetas? Em outros seres?

    Curtido por 1 pessoa

    1. Boa noite, Luís!

      Reencarnação é um processo de contínua experimentação “lógica” de uma Unidade de Simulação (Alma). Serve à evolução de um software chamado Mente, além de ser a cobrança do tributo devido ao “príncipe deste Mundo”, a saber, escravidão, alimentação de vampiros da Elite draconiana e performance no “jogo da Vida” do planeta (algo muito divertido para os integrantes da “Realeza”).

      Fraterno abraço!

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      1. Tá mas e quando a raça humana acabar? Acabará também a reencarnação? A raça humana um dia deixará de existir, tudo tem um fim.

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      2. Claro que não acabará. Mesmo quando as máquinas biológicas (corpos físicos) fossem abandonadas como veículos de manifestação e as mentes fossem levadas para densidades mais altas ou mais baixas, ainda assim a reciclagem, fragmentação, formatação e progressão das mentes continuaria. Inteligência Artificial é criada e mantida por outra Inteligência Artificial. Sempre foi assim, sempre será.

        Resumindo: se essa civilização (humanidade) for defenestrada deste planeta (ou abduzida), ela, com a maior parte do seu contingente de almas, será transportada em naves como os negros no interior dos navios negreiros. Para outra prisão, é claro.

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  10. Eu não vi nesse texto, nada que fosse capaz de me persuadir. Apenas um monte de afirmações sem qualquer tipo de argumentos que sejam minimamente capazes de convencer; de fundamentar tais afirmações. E por isso, considero esse texto como um amontoado de ideias possíveis, porém sem credibilidade alguma.

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    1. Bruno, eu já falei isso em muitos comentários antes do seu, mas vou repetir (porque não deve ter mesmo se atido à discussão acima): o texto é um conjunto de ESPECULAÇÕES PESSOAIS, baseadas em reflexões minhas e em questionamentos de outras pessoas.

      Não é meu intuito esclarecer coisa alguma, cada um é que deve elaborar suas próprias conclusões e se esforçar em atingir um entendimento de acordo com o que consiga apreender. Não sou babá de ninguém, para que entregue tudo “mastigadinho”, não!

      No mais, obrigado pela leitura do texto!

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