[SAIA DA MATRIX] O que é o Universo Holográfico?

Eis uma pergunta estranha (ainda) para a maioria das pessoas. Ainda mais estranha é a tentativa de respondê-la em termos “populares”. Vamos tentar essa proeza, já que, se o holograma e a simulação são as bases do que chamamos “realidade”, seus “conceitos” devem alcançar a todos da forma mais eficiente, Vamos lá?

Max Planck dizia que a nossa “realidade” não é material, mas apenas uma estase vibratória, o que quer dizer que os átomos se comportam como ondas vibrando em equilíbrio, dando a impressão de estabilidade (solidez) ao que nossos cérebros processam como imagens tridimensionais. Aliás, como eu já havia explicado, a Realidade que pensamos ver é uma construção tridimensional fabricada numa área escura da parte posterior do cérebro. Na verdade, não há nada que seja realmente sólido, mas apenas virtualmente persistente.

A rigor, o que você pensa ver é uma imagem ilusória de ondas que vibram em frequências ligeiramente diferentes. Quando um marceneiro trabalha na madeira e “fabrica” um móvel, o que ele faz é reproduzir a imagem que ele já possui no cérebro ou que ele apreendeu de uma representação prévia (livro, cartaz, desenho, etc.). Quando, então, seu cérebro constrói uma imagem semelhante ou idêntica da que ele havia “visto”, tem-se a certeza que aquele material (onda em vibração específica) está vibrando de forma familiar.

Pelo que vimos acima, a Realidade é holográfica, uma representação virtual daquilo que as almas não podem distinguir nesta dimensão (faixa de frequência), por incapacidade natural ou condições impostas. É por isso que o ambiente em que vivemos pode não passar de um campo de simulação ou Realidade virtual, em que as almas são mantidas trancafiadas em corpos biológicos devidamente adaptados (por quem ou quais seres?) a esta faixa vibratória à qual nossas mentes estão, há milênios, expostas. O próprio DNA do ser humano terráqueo seria esse código de instruções sobre o que aquele pode ou não pode ver, sentir, saber, fazer, quanto e como viverá com os outros seres.

O que é um holograma?

Esmiuçando o termo grego holograma, chegamos, por aproximação, à expressão “descrição/representação do Todo”. Assim, holograma é uma representação virtual, por projeção de um foco de luz sobre uma campo sensível, da totalidade ou parte do ambiente vibratório ao qual a mente está exposta. Por isso é que os programas de TV e filmes do cinema são tão assustadoramente subversivos e agressivos, porque, efetivamente, decretam um modelo holográfico da realidade pronto a ser entregue à sua mente, não permitindo que ela reconstrua, por si mesma, o que há “lá fora”.

Como veremos oportunamente em um próximo ensaio, a Ordem é estritamente relacional. Só veremos as mesmas coisas, em harmonia, enquanto ṕudermos emitir nosso feedback ao que percebemos. Por isso é que nossa mente se adapta à vibração sem entrar em colapso diante de uma imagem estranha, pois não há imposição do holograma, diferente de quando recebemos os hologramas da TV, filmes e propagandas. Nesse último caso, não há chance de de emitir nosso feedback, não há como responder e processar, à nossa maneira, os hologramas.

Hologramas artificiais estão presentes na sociedade há muito tempo, através de equipamentos eletrônicos que projetam informações em formato 3D (tridimensional). Dos aparelhos de TV e telas de cinema, chegaremos à massificação dos projetores de realidade virtual, que interpretam nosso feedback e simulam, com luz, a Realidade contida em nossa mente no ambiente vibratório (ou seja, “ali fora”).

Como “vemos” as mesmas coisas?

A rigor, não vemos as mesmas coisas, pois nossas mentes não estão recebendo as mesmas informações (em forma de ondas) simultaneamente. Nossas mentes estão interconectadas por algo que os ocultistas chamavam de Anima Mundi (Alma do Mundo) ou Inconsciente Coletivo. Este último, que fora largamente estudado pelo suíço Carl Gustav Jung, é um tecido da Matrix, permeado pela faixa de vibração mais sutil à qual as mentes presas neste planeta poderiam, em tese, acessar.

Quando qualquer imagem passa a esse tecido, ele a toma como “herança” de todas as mentes interligadas. A princípio, as informações contidas nesse tecido virtual poderiam ser acessadas por qualquer mente, seja através das egrégoras, seja através da memória celular e genética individual. Diferente dos hologramas da TV, as imagens do Inconsciente não podem nem mesmo ser percebidas, com possibilidade de feedback (reconstrução) ainda mais remota.

A internet, as mídias de massa e as religiões funcionam, então, como mecanismos de alteração “em lotes” do Inconsciente Coletivo. Quando alguém é perguntado acerca de uma imagem que nunca viu, a pessoa pode como que receber, por “instinto”, impressões diversas, sem nunca ter tido contato com a vibração da tal imagem. Isso é simples indício de que a aceitação passiva de um holograma altera a percepção geral, dando a impressão de que um determinado pensamento (ideação de uma imagem) é aceito antes mesmo de ser avaliado pela mente, como se fosse algo espontaneamente surgido, a partir do “nada”, dentro da mesma mente. Pois, temos aí algumas das mais eficientes armas de submissão das mentes, sem necessidade de dar um tiro para o alto sequer.

Fragmentação holográfica

Como nos experimentos de Cimática, modulando a frequência, modifica-se as imagens perceptíveis ou dá-se origem a outras, por infinitas possibilidades. Isolando um grupo de mentes e expondo-as a imagens com vibrações diferentes das usuais, pode-se criar ilusões de ótica, miragens, simulações tridimensionais e uma infinidade de outras coisas. Isto é deveras útil aos “capatazes” do planeta, tanto no plan físico como no plano espiritual.

Por assim dizer, eles uniformizam as mentes ao expô-las, por longo tempo, a um determinado padrão vibratório e, quando querem, apartam-nas, ao criar religiões diferentes, ideologias (código de imagens e ideias) conflitantes, tratamento desigual entre as pessoas, etc. Note-se que, no “mundo espiritual” (Plano Astral e seus subplanos), as almas de religiões e culturas diferentes, que desencarnam, não vão perceber os mesmos hologramas. A alma do muçulmano tende a encontrar muçulmanos, um cristão abraçará seus irmãos de fé, e assim por diante. No Astral, também há diversos “apriscos” e “estábulos” holográficos, que nada mais são que ambientes vibratórios mantidos em estabilidade relativa e isolados uns dos outros.

A dita fragmentação impediria o que chamamos, na Física Quântica, de entrelaçamento quântico. Resumidamente, este fenômeno se dá quando duas partículas (ou mentes) podem trocar informações (experiências, sensações, pensamentos, padrões, etc.) de forma instantânea, não importando a que distância estejam uma da outra. Isso equivale a dizer: (a) não há distância alguma, não passando essa de uma ilusão holográfica; (b) a onda independe da velocidade da luz para viajar até ali ou acolá, ou onde quer que vá. Como o espaço é uma representação holográfica e todo o Universo é composto de uma única onda de energia, eu estou aqui ou em Andrômeda, dá no mesmo! Claro, isso vale para dois entes em um sistema holográfico ideal de mesma frequência vibratória da onda.

Como pode-se modular a frequência vibratória, também é possível fabricar infinitos ambientes virtuais isolados, como é o caso da Terra, com padrões de emissão e recepção de onda específicos para as almas (humanas e animais) presentes neste planeta. Por isso, fenômenos como ubiquidade, desdobramento astral consciente, entre outros, são tão difíceis de se obter. Nosso holograma é modulado, nosso DNA físico é editado e sabotado, nossas mentes são dominadas por ideias inconscientes plantadas à distância.

Saia da Matrix! A matéria é uma ilusão, ainda que persistente!

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4 comentários em “[SAIA DA MATRIX] O que é o Universo Holográfico?

  1. Ok…agora me diga quem criou a matriz? Pq vivemos na matrix? Como saímos da matrix? Onde fica o tal Deus nisso tudo?qual a finalidade da matrix? Existe alguns força externa que controla isso?

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