Pacifismo e Incoerência

Paz, acredito eu, todos nós dizemos querer. Afinal, o senso comum nos leva a assumir isso publicamente. No entanto, são as Elites, bem abastecidas de todo o saber antigo confiscado de seus opositores, que levantam o mais coerente pensamento sobre “paz” atualmente: Si vis pacem, para bellum. Se queres a Paz, prepara-te para a Guerra.

Existe uma diferença bastante grande entre estado natural e conduta. Ou melhor: entre atitude e ativismo. O primeiro é algo pessoal, intransferível; o segundo é uma prática herdada da coletividade. Quando muito, as práticas não passam de “modinhas”. Nada mais. Portanto, entre a atitude pacífica e o pacifismo reside um abismo, o qual demonstra, de forma clara, a incoerência entre o que se diz querer e o que se projeta a partir de nossa mente.

Certa vez, eu disse que o que dizem ser hipocrisia deveria ser chamado de incoerência. As pessoas são incoerentes não apenas por declararem-se pacíficas, enquanto maltratam os garçons e são a favor da pena de morte. Elas também querem ser livres enquanto submetem-se à escravidão e levantam os traseiros para quem lhes quer seviciar. Ser bonzinho, paz-e-amor, virou modinha. Só esqueceram-se de que o lamaçal de Woodstock já secou.

Na Alemanha, no último reveillon, tivemos uma pequena, mas clara amostra desse pacifismo patético. Homens europeus, ao invés de responderem de forma máscula aos estupros das mulheres alemãs, vestem-se com minissaias e saem às ruas, num protesto “pacífico”. A culpa dessa anomalia não é apenas da lavagem cerebral plantada pela Esquerda, mas dessa cultura de paz sem voz da Europa paz-e-amor. Quando se levanta uma voz, essa fala fino. Em tempos de paz, fala-se educadamente. Mas, em tempos em que suas cabeças sentem a frieza de uma espada, o pacifismo é uma aberração.

Costumo definir a Paz não pela ausência de guerra, mas pela calma na Consciência. A coerência entre o que você percebe e o seu feedback (resposta da mente na Matrix) deve ser tal que lhe possa garantir segurança e autonomia mínima quando for preciso transformar aquilo que parece estar desordenado.

Como pode haver paz, se a atitude da pessoa é submissa até diante dos piores traumas? Reclama-se, mas, ao fim das contas, cede-se diante do medo da perda. Aliás, os traumas (violência, ultrajes, roubos, assassinatos, etc.) são usados como mecanismos de encapsulamento da Mente e fragmentação da personalidade, a qual é sistematicamente deformada ao nível desejado pelas Elites dominantes.

Ao longo dos últimos quatro séculos, no entanto, quando os seres humanos terráqueos começaram a pensar além de servirem como escravos, um novo fronte precisava ser dominado: o senso comum moderno. Este não seria mais “pacificado” (como era nos tempos da Pax Romana) através de ameaças simples. Além do mais, com o aumento da população, a internet interligaria as mentes a serem controladas, e essas não poderiam mais estar em conflito em sua condição matricial (física e mental), Precisavam fazer com que elas, sob indução forte, se entregasssem, voluntariamente, em nome da “paz mundial”.

Não estou aqui a defender a violência como meio de promover uma paz pelo sangue, mas de evitar que morramos sem que cumpramos o mínimo, que é defender os nossos enetes queridos. Sim, porque a Europa é aperitivo para a barbárie. Para os loucos que conduzem o planeta, sangue divergente derramado nunca é demais. Não deixemos que nos confundam com um pacifismo que nada tem de pacífico, mas de fraco, desonroso e que nos faz renunciar aos deveres da Consciência e aos mais nobres caracteres do ser humano, entre os quais o heroísmo e a resistência ao trauma.

Aliás, é exatamente por isso que o Cristianismo, de uma forma geral e pela ação nefasta de sua hierarquia, fora tão mortal aos homens moderno como fora aos pagãos romanos. Em três séculos, quase toda a virilidade masculina romana se tornou em indisciplina, preguiça,  histeria religiosa e passividade diante dos bárbaros germânicos, que faziam os romanos do século V se urinarem de terror. Após os acordos com a Igreja Católica Romana, a “pacificação” promovida  sobre as mentes europeias mostrou-se desastrosa à época das invasões árabes de semitas entupidos até os ouvidos de tanto ópio.

O que temos hoje é uma falsa paz, um povo ocidental fraco, de masculinidade invertida e sentimentos de culpa. Aliás, esse sentimento de culpa tende a assumir diante dos massacres que se anunciam na Europa aterrorizada. Ao invés de saírem à luta por suas mulheres, os homens euorpeus, afeminados e imaturos, usam minissaias. Isso não parecerá demonstração de força aos terroristas, zumbis da Elite, mas apenas um “delito” a mais para justificarem a morte dos europeus por homossexualidade, de acordo com a manual corânico.

Não viva, deixando-se morrer. Morra, se preciso, lutando pela honra e a coerência, sobretudo. Honra não denota uma atitude puritana, mas a coerência de quem cumpre e “honra” seus compromissos e responsabilidades. O resto é balela, é falácia politicamente “correta” e religiosamente delirante.

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