Criança com Hiperatividade? Conheça o Neurofeedback!

Numa sociedade como a nossa, cada vez mais em ritmo acelerado, em que estamos, nós e nossos filhos, expostos a situações traumáticas, vem crescendo a incidência do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).No entanto, indo na contramão da propaganda dos remédios químicos (“tarja preta”), há terapias menos invasivas para cuidarmos de nossas crianças com TDAH.

Agitação, comportamentos atípicos, dificuldade incomum para aprender conteúdos escolares básicos e se concentrar em algo por muito tempo. Esses são os principais sinais de que certa criança pode estar sofrendo com esse distúrbio. Apesar das dificuldades de socialização de crianças hiperativas com as outras crianças, a conscientização transformou o que era puro preconceito em símbolo de inclusão social.

O que atrapalha, além da precariedade das escolas públicas no atendimento a casos de TDAH, é a prevalência dos tratamentos alopáticos, com remédios muito fortes e que causam efeitos colaterais, tais como insônia e taquicardia. Relacionamos, abaixo, um dos métodos alternativos de tratamento e treinamento cerebral para os portadores de TDAH, o Neurofeedback (NFB).

Neurofeedback

É um método que alia treinamentos específicos ao auxílio de um computador, ao qual o aluno tem sua cabeça conectada por eletrodos. Sempre que a criança demonstra variação do padrão de ondas cerebrais, um software em execução no computador envia um estímulo, fazendo com que a criança retorne prontamente ao que estiver fazendo. Contando com a adaptabilidade natural da mente, a criança “aprende” uma forma alternativa de policiar-se no restabelecimento da atenção.

O Neurofeedback (NFB) nascera na década de 1960 com as experiêncis do pesquisador japonês Joe Kamiya com ondas cerebrais alpha, publicadas no artigo Operant Control of the EEG Alpha Rhythm and Some of its Reported Effects on Consciousness (1971). Até meados da década de 1990, o NFB, como prática, era praticamente inacessível à imensa maioria dos pacientes e suas famílias, fosse pelo alto custo do equipamento necessário (equipamento de Eletroencefalograma e computador adaptados), fosse pela escassez de profissionais qualificados na área.

No Brasil, já há várias empresas e profissionais especializados neste método de tratamento da TDAH. A Dra Valéria Modesto, pediatra, revela que o método tem apresentado resultados muito satisfatórios.

Fonte da notícia: Maurício Cancillieri, em Uol Notícias | Ciência e Saúde, 22 de julho de 2016.

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